“Ai de mim! Porque estou feito como quando são colhidas as frutas do verão, como os
Rabiscos da vindima: não há cacho de uvas para chupar, nem figos temporãos
que a minha alma deseja.”
Mq 7.1
A situação moral de nosso país tem se agravado nos últimos anos. Os dicionários definem “moral” como sendo algo “relativo ou favorável aos bons costumes; que é conforme aos bons costumes; que tem bons costumes”. Neste sentido, somos testemunhas de uma completa inversão de valores na vida da sociedade brasileira como um todo. Palavras como prostituição, corrupção, suborno, malandragem, impunidade, entre outras, fazem parte de nosso dia a dia com tanta intensidade que chega a assustar.
A moral está baixa. As instituições e autoridades têm perdido a credibilidade. Como isso afeta a nossa vida? Quais as conseqüências de se viver numa época assim? Como melhorar a triste situação que assola nossos dias? São perguntas que precisamos enfrentar e refletir.
A corrupção moral tem uma dimensão. Ela é capaz de interferir nas relações familiares. Muitas brigas e desavenças têm acontecido no meio de amigos, vizinhos e familiares, tudo fruto desta triste situação. Esta corrupção é capaz também de abalar as instituições. Os três poderes da República experimentam uma situação melancólica. Esta corrupção é capaz de atingir o país inteiro. Vivemos dias em que a prática do bem passa a ser algo absurdo.
Existe uma ação cristã diante desta corrupção moral. Primeiro, um compromisso individual com o Senhor. Este compromisso se evidenciará em nosso comportamento. Não podemos perder a esperança. Toda crise pode ser superada. A igreja cristã tem a responsabilidade de ser diferente. A responsabilidade de ser sal e luz do mundo. A responsabilidade cristã de apontar o caminho e orientar os indivíduos.
