“Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem, mal;
que fazem da escuridão luz, e da luz escuridade;
põem o amargo por doce, e o doce por amargo!”
Isaías 5.20
No dicionário a definição de “pedofilia” não é tão forte. Diz o Aurélio: “Pedofilia” – qualidade ou sentimento de pedófilo; “Pedófilo” – que, ou aquele que gosta de crianças. O dicionário não traduz a triste realidade. Pedofilia é muito mais que isto. É algo horroroso e repugnante. Não dá para entender racionalmente a pedofilia.
Infelizmente ela voltou ao noticiário da forma mais triste. Pipocam aqui e acolá os casos de pedofilia no Brasil e no mundo. A lástima é ainda é maior porque os praticantes geralmente são pessoas que teriam a obrigação de lutar e denunciar qualquer tentativa de pedofilia. Sacerdotes.
Pessoas compromissadas com o evangelho de Jesus Cristo se vêem envolvidas com algo tremendamente horrível. A Igreja, mais uma vez, se vê numa situação constrangedora.
Em um artigo publicado no caderno Mais na Folha de São Paulo do dia 11 de abril, publicou um artigo do vaticanista John Cornwell em que comparava a atual crise na cúpula da Igreja Católica à Reforma Protestante do século XVI. Assim como a Reforma impactou a Igreja naquela época, também os escândalos da prática de pedofilia por parte do clero no mundo, estão impactando ( negativamente) a Igreja.
A pedofilia, infelizmente, não é “privilégio” só da Igreja Católica. Para vergonha nossa, ela acontece também nos arraiais protestantes. O pecado e a vergonha é a mesma.
É preciso repensar nossa prática cristã....
É preciso que a Igreja se arrependa sinceramente e tome outros rumos.
