Será que o homem que viveu no início do século XX tinha que guardar números na cabeça? Estive pensando sobre isso ultimamente. Neste início de século XXI temos tantos números para guardar na memória que assusta-nos. Já observou? Quantas senhas temos que usar hoje em dia?
Temos senha para acessar a conta do banco. Uma com números, outra com letras. Temos senha para acessar o usuário do computador. Temos senha para acessar o provedor da internet. Temos senha para o CPF digital. Temos senha para o cartão de crédito, cartão de débito. É senha pra cá e pra lá. É impossível viver no século XXI, tendo acesso ao mercado de modo geral, sem o uso de senhas. São tantas que, às vezes, esquecemos e somos traídos pela memória. Qual é mesmo a senha do banco? Não, essa é para acessar as mensagens do endereço eletrônico. E agora? Esqueci minha senha. Não lembro mais. Você já se viu numa situação assim?
Usamos tantas senhas que é comum ter com que anotar em algum lugar os números de tais senhas. É talvez um bom recurso, tomando os devidos cuidados. Entretanto, poderíamos afirmar tranquilamente que uma das características do homem do século XXI é ter muitos números na cabeça... ou na memória....
Que tempo esquisito o nosso....
