“Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja,
e estes façam oração sobre ele,ungindo-o com óleo em nome do Senhor”.
Thiago 5.14
Cada vez mais a ciência se convence do poder da oração. Em recente artigo publicado nos jornais, o médico Drauzio Varella escreveu sobre o “poder das preces”. Neste artigo ele cita uma pesquisa realizada por uma fundação religiosa americana, a John Templeton Foundation que investiu 2,4 milhões de dólares na pesquisa batizada com a sigla Step – Study of Therapeutic Effects of Intercessory Prayer. A pesquisa, rganizada com metodologia científica, tinha o propósito de avaliar a influência da oração no bem-estar alheio.
Mil e oitocentos pessoas participaram da pesquisa. Eram pacientes submetidos à cirurgia das coronárias, mais conhecida como “ponte de safena”. Na noite que antecedia à operação, 70 pessoas foram reunidas para iniciar uma série de orações diárias ao longo de duas semanas, em favor da metade dos pacientes. A outra metade dos operados não foi alvo de nenhum tipo de oração. Os pesquisadores não encontraram qualquer diferença nos índices de complicações cirúrgicas, no tempo de permanência na UTI até a alta médica entre os dois grupos.
Dentro desse grupo de pacientes foram acompanhados dois subgrupos. Em um, os pacientes foram informados que havia um grupo de voluntários orando por eles.
Noutro subgrupo, os pacientes desconheciam tal informação. O resultado foi surpreendente. O grupo informado da realização das orações resentou uma porcentagem mais alta de arritmias cardíacas após a cirurgia. Um dos responsáveis pela pesquisa, o médico Charles Bethea, cardiologista do Baptist Heart Hospital, procurou explicar as diferenças: “O paciente pode pensar que seu estado deve ser muito grave para terem convocado uma equipe com a finalidade de orar por ele”.
A partir da pesquisa, pergunta o Dr. Drauzio Varella: “podem os céticos assegurar que as orações não têm valia para evitar complicações cirúrgicas?”. Ele, sabiamente, prefere não responder. Antes, conclui: “existem interações complexas e mal conhecidas entre o sistema nervoso, o sistema imunológico e o aparelho cardiorespiratório que afetam grande número de funções fisiológicas. Prever de forma precisa a influência das emoções na evolução de uma enfermidade pode não estar ao alcance da medicina”
Entretanto, desde muito tempo, a igreja sabe da eficácia da oração. Orar faz bem e não tem contraindicação.
“Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (Tg 5.16b).
Cada vez mais a ciência se convence do poder da oração. Em recente artigo publicado nos jornais, o médico Drauzio Varella escreveu sobre o “poder das preces”. Neste artigo ele cita uma pesquisa realizada por uma fundação religiosa americana, a John Templeton Foundation que investiu 2,4 milhões de dólares na pesquisa batizada com a sigla Step – Study of Therapeutic Effects of Intercessory Prayer. A pesquisa, organizada com metodologia científica, tinha o propósito de avaliar a influência da oração no bem-estar alheio.
Mil e oitocentos pessoas participaram da pesquisa. Eram pacientes submetidos à cirurgia das coronárias, mais conhecida como “ponte de safena”. Na noite que antecedia à operação, 70 pessoas foram reunidas para iniciar uma série de orações diárias ao longo de duas semanas, em favor da metade dos pacientes. A outra metade dos operados não foi alvo de nenhum tipo de oração. Os pesquisadores não encontraram qualquer diferença nos índices de complicações cirúrgicas, no tempo de permanência na UTI até a alta médica entre os dois grupos.
Dentro desse grupo de pacientes foram acompanhados dois subgrupos. Em um, os pacientes foram informados que havia um grupo de voluntários orando por eles.
Noutro subgrupo, os pacientes desconheciam tal informação. O resultado foi surpreendente. O grupo informado da realização das orações apresentou uma porcentagem mais alta de arritmias cardíacas após a cirurgia. Um dos responsáveis pela pesquisa, o médico Charles Bethea, cardiologista do Baptist Heart Hospital, procurou explicar as diferenças: “O paciente pode pensar que seu estado deve ser muito grave para terem convocado uma equipe com a finalidade de orar por ele”.
A partir da pesquisa, pergunta o Dr. Drauzio Varella: “podem os céticos assegurar que as orações não têm valia para evitar complicações cirúrgicas?”. Ele, sabiamente, prefere não responder. Antes, conclui: “existem interações complexas e mal conhecidas entre o sistema nervoso, o sistema imunológico e o aparelho cardiorespiratório que afetam grande número de funções fisiológicas. Prever de forma precisa a influência das emoções na evolução de uma enfermidade pode não estar ao alcance da medicina”
Entretanto, desde muito tempo, a igreja sabe da eficácia da oração. Orar faz bem e não tem contraindicação.
“Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (Tg 5.16b).
