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Domingo, 20 de Maio de 2012
COLUNAS | UNIVERSO FEMININO
Em 18/7/2011 às 23:10
Até quando, meu Deus!
O desabafo de quem está cansada da violência doméstica
Será que a violência está no DNA dos ´homens brucutus´desde o tempo das cavernas?

Eu me pergunto até quando nós vamos ler manchetes nos jornais dizendo que marido mata mulher asfixiada, a joga no porta-mala como um animal qualquer - até os animais têm direito a uma morte digna - e depois ateia fogo no carro onde estava o corpo.

Ou do ex-marido que, inconformado com a separação, mata a mulher com sete facadas e depois se mata da mesma forma. Ou do homem que mata a mulher que iria abandoná-lo e os filhos - sangue do seu sangue - de forma tão fria e que, depois, tenta se matar corroído, talvez, pelo arrependimento. O enredo muda, mas a história é a mesma.

Em pleno século XXI, gostaria que tais barbáries não coexistissem mais no seio da sociedade moderna. Mas, pelo visto, tal anseio não será realizado não cedo. E eu fico aqui em estado de reflexão. Será que esta barbaridade da violência doméstica vem desde os tempos da caverna, como dizem por ai (A ilustração acima, enviada pela amiga Maria Finetto, de autor não mencionado, ilustra bem isso, de uma forma humorada, mas cruel).

Gostaria eu que tantas mulheres não fossem mais vítimas de maridos ou namorados inseguros, ciumentos, violentos, que, sob o efeito do álcool, das drogas, da raiva, do machismo desenfreado, que não perdessem suas preciosas vidas de forma tão prematura. Que tais mulheres não fossem mais vítimas de algozes aos quais amaram um dia.

Torçamos para que nós mulheres e nossos companheiros homens possam viver em paz, na plenitude do amor, do companheirismo, da união e que possamos criar nossos filhos cercados de proteção e não com um assassino no meio da família.

Os filhos que assistem a tais espetáculos de barbaridade, com certeza, guardarão sequelas para sempre. Só quem sentiu o amor e a proteção de uma mãe sabe a falta que ela faz.

Hoje, o papel da manchete que choca, amanhã vai para o lixo ou para a reciclagem. Mas famílias são destruídas por causa do calor da emoção, de uma atitude impensada ou por orgulho ferido.

E que essa oração que faço, sentada, na cozinha, nessa noite fria, toque os corações para repensar seus atos diante da vida. E que consigamos reverter as vergonhosas estatísticas de tantas mulheres mortas diariamente no Brasil e no mundo nas mãos de maridos sanguinários.

E que nós, mães, possamos encutir o sentimento de respeito, admiração e amor dos nossos filhos por suas mulheres. Mulher não é objeto, apenas para o prazer do homem. Mulher sonha, luta, quer uma vida melhor para ela e para os filhos. Quer amar e ser amada.

Amém.

(Recebi essa mensagem muito bacana de uma amiga da internet, não sei quem é o autor, mas acho que encerra com chave de ouro meu arremedo de artigo. E gostaria de compartilhar com vocês)

Recado aos casais

Nunca fiquem ambos zangados ao mesmo tempo.
Nunca lancem no rosto um ao outro um erro do passado.
Nunca se esqueçam das horas felizes de quando começaram a se amar.
Nunca se encontrem sem um gesto de boas-vindas.
Nunca usem indiretas, quer estejam sozinhos, ou na presença de outros.
Jamais gritem um com o outro, a não ser que a casa esteja pegando fogo.
Procure cada um se esforçar ao máximo para estar de acordo com os desejos do outro.
Seja a renúncia de si mesmo o alvo e a prática de cada dia. Nunca deixem o sol se pôr sobre qualquer zanga ou ressentimento.
Jamais deem ensejo a que um pedido razoável tenha de ser feito duas vezes.
Nunca façam um comentário em público, que possa magoar o outro. Pode ser engraçado às vezes, mas fere.
Nunca suspirem pelo que poderia ter sido, mas tirem o melhor partido daquilo que é.
Não censurem nunca, a não ser que tenham a certeza de que uma falta foi cometida, e mesmo assim, falem sempre com amor.
Jamais se separem sem palavras amáveis, nas quais pensem enquanto separados.
Não deixem que nenhuma falta cometida fique sem ser confessada e perdoada.
Não se esqueçam de que o lugar mais próximo do céu na terra é aquele em que duas almas se correspondem com amor.
Não permitam que esperanças terrenas os distanciem do lar celestial.

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