Dentre as várias expressões da religiosidade, neste início de milênio a prática da meditação tem sido intensificada cada vez mais. Ouvimos falar dos movimentos de Meditação Transcendental, da Yoga, bem como de sessões de mentalização e hipnose, todos tentando levar o homem a uma prática de meditação, tão em voga nestes dias.
Nas Escrituras Sagradas, meditação é uma prática comum dos servos de Deus. Nosso Senhor é Deus que nos chama à quietude para a reflexão. É bom parar de quando em quando para pensar sobre tudo que Deus é e o que Deus tem feito por nós. O rei Davi descobriu a preciosa atitude para as suas horas de insônia: “... no meu leito, quando de ti me recordo, e em ti medito, durante a vigília da noite” ( Sl 63.6).
No ativismo e agitação do século XXI, mas do que nunca é preciso valorizar e intensificar a prática de uma genuína meditação cristã, tal qual encontramos nas Escrituras.
A meditação aprofunda nossa comunhão com Deus. Nos momentos a sós com o Senhor aprofundamos nosso conhecimento, nosso respeito, nosso temor para com o nosso Deus. Enfim, sossegamos.
A meditação conduz à superação de obstáculos. Muitos obstáculos surgem e podem prejudicar a prática da meditação. O Senhor Jesus Cristo, nos momentos mais difíceis, buscava na meditação, nos momentos de oração, força para enfrentar a sua hora.
A meditação beneficia a vida interior. O mundo ocidental negligencia muito a prática da meditação. No ocidente a preocupação é mais com o exterior do que com o interior. A meditação ajuda-nos a colocar em ordem nosso mundo interior.
Às vezes nutrimos uma inquietação no nosso íntimo, nutrimos tristezas em nosso ser, nutrimos angústias e solidão, coisas que aparecem e ficam por causa da ausência de uma reflexão autêntica e honesta. É preciso dar tempo para a vida interior!
Medite nisso!!
